domingo, 25 de outubro de 2015

Somos Professores

Somos professores

Somos professores!
Escolhemos essa profissão
Uns por amor, outros na emoção,
Uns por opção, outros por impulso.

Mas, o mais importante é que nos tornamos o que somos:
Professores!

Temos nossos momentos de sonhos,
Momentos de dor,
Momentos de pavor,
Momentos de comemorar.
O sonho de transformar!
A dor da impotência diante de muitos desafios
O pavor de não acertar
A comemoração de vitória, de missão cumprida!
Sim, somos professores!
E como todos  aprendemos com professores...
Pois para chegar a qualquer lugar, para sermos profissionais
Tivemos o olhar atento e a dedicação de um professor!
E como professores somos exemplos,
Somos visualizados o tempo todo
Dizem até que somos inspiração!

Sim, somos professores!

Silvia Martins



15 de Outubro de 2015 - Dia do Professor

Estatuto da Juventude




O Estatuto da Juventude



Sancionado no dia 05 de maio de 2014, pela presidenta Dilma Rousseff,   no plenário do Senado,  o Estatuto da Juventude (PLC 98/2011) trata dos direitos de pessoas entre 15 e 29 anos. Ele faz com que os direitos já previstos em lei, como educação, trabalho, saúde e cultura, sejam aprofundados para atender às necessidades específicas dos jovens. Também traz novos direitos a esse público, muitos deles que causar polêmica durante as discussões.
O Estatuto garante os seguintes direitos à juventude:
Direito à Diversidade e à Igualdade; 
Direito ao Desporto e ao Lazer; 
Direito à Comunicação e à Liberdade de Expressão;
 Direito à Cultura; Direito ao Território e à Mobilidade; 
Direito à Segurança Pública e ao Acesso à Justiça;
 Direito à Cidadania, à Participação Social e Política e à Representação Juvenil; 
Direito à Profissionalização, ao Trabalho e à Renda; 
Direito à Saúde; 
Direito à Educação; 
Direito à Sustentabilidade e ao Meio Ambiente) 
E dois benefícios diretos, que são os descontos e gratuidades em transporte interestadual para jovens de baixa renda e a meia-entrada em eventos culturais e esportivos para estudantes e jovens de baixa renda, os quais causaram muita polêmica durante as discussões.

Sites relacionados:

http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=648-vol16juvcont-elet-pdf&category_slug=documentos-pdf&Itemid=30192

http://portais.tjce.jus.br/cijce/wpcontent/uploads/2014/08/RESOLUCAO_DO_TRIBUNAL_PLENO_N_-05_DE_09_DE_MAIO_DE_2014..pdf










http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12852.htm

Uma tese é uma tese - Mario Prata

Imagem da editoria ou anuncio Sabe tese, de faculdade? Aquela que defendem? Com unhas e dentes? É dessa tese que eu estou falando. Você deve conhecer pelo menos uma pessoa que já defendeu uma tese. Ou esteja defendendo. Sim, uma tese é defendida. Ela é feita para ser atacada pela banca, que são aquelas pessoas que gostam de botar banca.

As teses são todas maravilhosas. Em tese. Você acompanha uma pessoa meses, anos, séculos, defendendo uma tese. Palpitantes assuntos. Tem tese que não acaba nunca, que acompanha o elemento para a velhice. Tem até teses pós-morte.

O mais interessante na tese é que, quando nos contam, são maravilhosas, intrigantes. A gente fica curiosa, acompanha o sofrimento do autor, anos a fio. Aí ele publica, te dá uma cópia e é sempre - sempre - uma decepção. Em tese. Impossível ler uma tese de cabo a rabo.

São chatíssimas. É uma pena que as teses sejam escritas apenas para o julgamento da banca circunspecta, sisuda e compenetrada em si mesma. E nós?

Sim, porque os assuntos, já disse, são maravilhosos, cativantes, as pessoas são inteligentíssimas. Temas do arco-da-velha. Mas toda tese fica no rodapé da história. Pra que tanto sic e tanto apud? Sic me lembra o Pasquim e apud não parece candidato do PFL para vereador? Apud Neto.

Escrever uma tese é quase um voto de pobreza que a pessoa se autodecreta. O mundo pára, o dinheiro entra apertado, os filhos são abandonados, o marido que se vire. Estou acabando a tese. Essa frase significa que a pessoa vai sair do mundo. Não por alguns dias, mas anos. Tem gente que nunca mais volta.

E, depois de terminada a tese, tem a revisão da tese, depois tem a defesa da tese. E, depois da defesa, tem a publicação. E, é claro, intelectual que se preze, logo em seguida embarca noutra tese. São os profissionais, em tese. O pior é quando convidam a gente para assistir à defesa. Meu Deus, que sono. Não em tese, na prática mesmo.

Orientados e orientandos (que nomes atuais!) são unânimes em afirmar que toda tese tem de ser - tem de ser! - daquele jeito. É pra não entender, mesmo. Tem de ser formatada assim. Que na Sorbonne é assim, que em Coimbra também. Na Sorbonne, desde 1257. Em Coimbra, mais moderna, desde 1290.

Em tese (e na prática) são 700 anos de muita tese e pouca prática.

Acho que, nas teses, tinha de ter uma norma em que, além da tese, o elemento teria de fazer também uma tesão (tese grande). Ou seja, uma versão para nós, pobres teóricos ignorantes que não votamos no Apud Neto.

Ou seja, o elemento (ou a elementa) passa a vida a estudar um assunto que nos interessa e nada. Pra quê? Pra virar mestre, doutor? E daí? Se ele estudou tanto aquilo, acho impossível que ele não queira que a gente saiba a que conclusões chegou. Mas jamais saberemos onde fica o bicho da goiaba quando não é tempo de goiaba. No bolso do Apud Neto?

Tem gente que vai para os Estados Unidos, para a Europa, para terminar a tese. Vão lá nas fontes. Descobrem maravilhas. E a gente não fica sabendo de nada. Só aqueles sisudos da banca. E o cara dá logo um dez com louvor. Louvor para quem? Que exaltação, que encômio é isso?

E tem mais: as bolsas para os que defendem as teses são uma pobreza.

Tem viagens, compra de livros caros, horas na Internet da vida, separações, pensão para os filhos que a mulher levou embora. É, defender uma tese é mesmo um voto de pobreza, já diria São Francisco de Assis. Em tese.

Tenho um casal de amigos que há uns dez anos prepara suas teses. Cada um, uma. Dia desses a filha, de 10 anos, no café da manhã, ameaçou:

- Não vou mais estudar! Não vou mais na escola.

Os dois pararam - momentaneamente - de pensar nas teses.

- O quê? Pirou?

- Quero estudar mais, não. Olha vocês dois. Não fazem mais nada na vida. É só a tese, a tese, a tese. Não pode comprar bicicleta por causa da tese. A gente não pode ir para a praia por causa da tese. Tudo é pra quando acabar a tese. Até trocar o pano do sofá. Se eu estudar vou acabar numa tese. Quero estudar mais, não. Não me deixam nem mexer mais no computador. Vocês acham mesmo que eu vou deletar a tese de vocês?

Pensando bem, até que não é uma má idéia!

Quando é que alguém vai ter a prática ideia de escrever uma tese sobre a tese? Ou uma outra sobre a vida nos rodapés da história?

Acho que seria uma tesão.

Disponível em [http://www.marioprataonline.com.br/obra/cronicas/prata981007.html]


O papel da Educação Social como caminho para superação das condições sociais existentes

A Educação Social surge com a imersão dos conflitos sociais que envolvem o dilema da sobrevivência perante a pobreza, a discriminação, o desemprego, a falta de condições mínimas de uma vida digna. Ela vem para transpor barreiras, de forma libertária, emancipatória e de conscientização.
A escola diante desse quadro, juntamente com seus professores, gestores e colaboradores, tem um papel muito importante nesse processo. Sendo assim, a formação inicial do magistério e até mesmo de outros níveis de escolaridade que envolve a formação dos profissionais da educação, percebe-se impotente diante de tais problemáticas que atingem em cheio os alunos que chegam à escola, sejam eles pequeninos, jovens, adultos ou idosos.
É preciso levar em conta anda as questões contemporâneas que atingem a estes atores: questões de raça, credo, identidade, cultura, gênero, pessoas em situação de risco, pessoas com deficiências, infratores, enfim, uma diversidade de situações que chegam às escolas e que precisam de um direcionamento, de um novo olhar, de novas perspectivas e ações.
As relações de exclusão social atingem a todos os seguimentos, a falta de qualificação profissional e em consequência disto a falta de trabalho com salários dignos, que por sua vez, envolvem a falta de moradia e alimentação, que por sua vez acaba levando estes atores a se tornarem infratores e por fim levando-os a uma situação de risco e marginalização.
É preciso que se estabeleça uma relação de diálogo entre profissionais de educação, profissionais da área cultural e social e os responsáveis pelas políticas públicas, e ainda com pessoas e representantes dos diversos grupos e comunidades a fim de tentar progredir nas intervenções e ações que busquem soluções para estes conflitos e desigualdades. É preciso exercitar a escuta, o trabalho colaborativo, a união de forças e os ideais em prol do objetivo maior da educação social que é segundo Petrus (1994) a de ser um instrumento igualitário e de melhoria da vida social e pessoal.
Ortega nos alerta a respeito da Educação Social emancipatória, que ao contrário da controladora, busca acabar com a manutenção deste sistema falido que na verdade quer que tudo continue como está, as pessoas privilegiadas com seu status em alta e minoria em situação de precariedade e marginalidade.
Dias nos coloca que a educação social deve, antes de tudo ajudar aos educandos a ser e a conviver com os outros: aprender a ser com os outros e a viver juntos em comunidade. Assim pensando, os objetivos que a educação social persegue poderiam sintetizar-se a partir das contribuições que esta modalidade de educação contribui para que o indivíduo se integre em seu meio sociocultural que o envolve, mas com capacidade crítica para melhorá-lo e o transformar (DÍAZ, 2006, p. 92).

Bibliografia
Díaz, Andrés Soriano, a Aproximação à Pedagogia- Educação Social, Revista Lusófona de Educação, 2006, 7, 91-104, disponível em http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/rle/n7/n7a06.pdf, acesso em 21.08.2013.

Felicidade

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos
É saber falar de si mesmo
É ter coragem para ouvir um não e não desistir do sonho
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que saibamos ser injusta
É ter discernimento para transformar uma crítica em um meio de melhorar nossa atuação
É beijar os filhos, curtir os pais e ter momentos poéticos
É conservar os bons amigos e saber que talvez possam nos magoar
É saber cultivar o perdão em nosso coração
Ser feliz é deixar a criança livre, alegre e simples
Que mora dentro de cada um de nós!
(Silvia Martins)

Quem sou eu?


Sobre a autora




Meu nome é Silvia Martins Vitorio, nasci em São Paulo, mas moro na Cidade de Macaé, RJ, Sou mulher, mãe, amiga, amada e também sou educadora!
Formada e Pedagogia pela UNIRIO e cursando Psicopedagogia pela UCAM.
Minha história com a educação começou cedo... na adolescência, num grupo de jovens. Fui catequista, cuidadora de bebês numa creche, professora de Educação Infantil, Alfabetizadora, professora das séries iniciais do Ensino Fundamental. Participei do PROEPRE (UNICAMP), ministrei vários cursos e palestras ligados a educação, fui formadora do PROFA, sou participante ativa de Fóruns e Conferências sobre Educação e agora sou estudante e pesquisadora das práticas educativas ligadas à EJA, à Diversidade e à Inclusão.
Atualmente  atuo na equipe de Coordenação da Educação de Jovens e Adultos, além de Coordenar um grupo de professores que trabalham com Inclusão e ser Assistente Pedagógica do PROJOVEM Urbano de Macaé. Também sou professora de Sala de Recursos Multifuncionais, no C.M. Profª Maria Isabel Damasceno Simão. E ainda Coordenadora de Turno do Ensino Médio na Escola Alfa.



O ato de avaliar

O ato de avaliar


Avaliar é algo que exige construção
Validar o conhecimento do outro
Abrir caminhos para que este mostre-se
Lutar contra paradigmas e inquietações
Observar lacunas e resolvê-las
Ao final, considerar todas as faces, e
Reavaliar para alcançar a todos
(Silvia Martins)